Qual o seu limiar de felicidade?

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Hoje assistindo a um vídeo de um americano listando 8 motivos do porquê prefere morar no Brasil, parei para refletir um pouco sobre isso.
Ele listou coisas tão simples como: o atendente da “padoca” que o recebe como um amigo, a simpatia e simplicidade das mulheres brasileiras, a variedade das comidas que até o deixa em dúvida do que escolher, enfim, coisas tão triviais que por muitos brasileiros passam despercebidos e para ele, tão valorizados. Em contrapartida, vemos brasileiros que sentem-se realmente felizes ao ter a chance de poder fazer umas comprinhas em Miami.
E o que tem de certo ou errado nisso?
Nada.
Rotular nos deixa limitados. O motivo da minha reflexão foi a de que quanto maior nosso limiar de felicidade, mais difícil de alcançá-la. Lembrei de uma frase do filósofo Grego, Epicuro que diz: “Nada é bastante ao homem para quem tudo é demasiado pouco.”
Há quem fique feliz ao ver uma árvore cheia de flores, porém para outro talvez a árvore seja apenas um acessório de contemplação. Feliz mesmo só ficaria se tivesse dentro do carro de seus sonhos passando em frente da mesma árvore. Questão de percepção. Trazendo para nossa profissão, a melhor forma de nos transformarmos em profissionais humanizados é olhando para dentro de nós mesmos, sem nos importarmos com os parâmetros impostos pelo coletivo, mas sim valorizando cada momento da nossa jornada até aqui, sendo grato por cada passo rumo a nossa evolução, buscando trabalhar do jeito e com aquilo que realmente nos faz feliz!
Um grande abraço e até a próxima
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Priscila Ferreira
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Odontologia Humanizada

HUMANIZE seu consultório

Humanize seu consultório

Muitos têm a sensação de que trabalhar com Odontologia Humanizada é apenas acrescentar terapias alternativas e complementares ao tratamento convencional e olhar o paciente com acolhimento. Ou ainda, de forma mais errônea, pensar que é quando o dentista troca a alopatia por produtos naturais.
Através deste post venho esclarecer quais os pilares que sustentam a Humanização em Odontologia.
Trabalhar com o que realmente ama
Trabalhar com excelência
Trabalhar com amor, como se estivesse fazendo para você mesmo
São 3 pilares baseados no autoconhecimento do profissional.
Venho ressaltar que existe uma diferença muito grande entre autoajuda e autoconhecimento. A autoajuda é quando seguimos conselhos, técnicas, ferramentas elaboradas por pessoas que passaram por problemas semelhantes aos nossos ou por profissionais e que nos levam a um aprimoramento pessoal, uma força para prosseguir a um novo patamar.
Portanto a autoajuda vem através de conhecimentos adquiridos de fora para dentro, produzindo efeitos benéficos no indivíduo, mas por vezes com resultado temporário, paleativo.
Já o autoconhecimento é quando olhamos para dentro, nos observamos com sinceridade. É quando paramos de buscar as respostas fora e através da aceitação começamos a nos enxergar sem parâmetros externos como cultura, sociedade, família. É quando aprendemos SER antes de TER. É sair do campo da ilusão e entrar com os pés no chão na realidade. Um profissional que trabalha livre de temores, de falsas expectativas, que trabalha com amor porque se amou primeiro, aceitando-se como é, consegue aproveitar de forma muito mais assertiva, suas habilidades naturais, despertar outras que estão cobertas por crenças e temores. Consegue ter lucidez para enfrentar o que vier pela frente, tanto de bom, quanto de ruim e portanto e inevitavelmente oferecerá um excelente tratamento ao seu paciente, tanto a nível técnico quanto a nível de atendimento (pesquisem sobre método Disney) e consequentemente a diferenciação como profissional.
Mas para chegarmos neste equilíbrio, há um certo caminho a percorrer.
Humanização só pode ocorrer de forma personalizada, não robotizada, e para isso o profissional que oferece esse tipo de atendimento deve, antes de qualquer coisa, ser humano consigo mesmo. Se fortalecer para que possa ser realmente útil na vida de alguém, com um propósito maior de não apenas reconstruir sorrisos, mas também levar pessoas a ter motivos para sorrir.
Isso muda tudo….
Um grande abraço e até a próxima

Você sabe o que é Branding?

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Olá colegas dentistas, hoje venho trazer um conceito que cada vez mais vamos ouvir por aí. É o BRANDING!
E que raios é isso?
É um conjunto de estratégias utilizadas para que um negócio, e nosso caso, o consultório ou clínica, crie uma identidade, que precisa ser única em todos os pontos de contato, e ter ligação com os interesses e necessidades dos pacientes que se pretende atrair.
Qual a diferença entre o cafézinho do bar da esquina com o cafézinho da rede Starbucks?
Tecnicamente os dois podem ser muito bons, mas o valor percebido na segunda opção, faz a rede vender cafés com um preço muito maior e detalhe: VENDEM MUITO.
Não estou querendo com este post comparar uma profissão que lida com a saúde das pessoas, com um simples café, mas sim mostrar que nos dias de hoje é necessária essa diferenciação, claro, pautada na ética e na honestidade, mas se tornou necessária por uma simples razão.
A quantidade de dentistas que se formam todos os anos é imensa e cada dia aumenta mais.
Fora isso, a “concorrência” com outros nichos de mercado que temos que enfrentar, não é pouca. Ex: Quantos deixam o tratamento dentário para depois da compra de um celular novo, da troca do sofá da casa, da progressiva nos cabelos e por aí vai.
Reclamar, chorar, criticar não vai mudar a situação. Mas quebrar paradigmas, abrir a mente e colocar a criatividade em ação, isso com certeza fará toda a diferença.

Um grande abraço e até a próxima dica.

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Priscila Ferreira, dentista e criadora do treinamento de Odontologia Humanizada