Bruxismo e a metafísica da saúde

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De acordo com a metafísica da saúde, o ato de ranger os dentes está relacionado ao comportamento dos pais durante a infância (dos 0 aos 14 anos). Pais com tendência a discordarem de tudo (mesmo que secretamente), podem gerar filhos com o hábito de ranger os dentes.
Somos metade yin (mãe) e metade yang (pai). Se dentro de nós está gravada uma informação que nossos pais discordam, isso nos gera confusão sempre que estamos diante de conflitos e situação que necessitamos tomar decisões. Essa tensão se transmite para os dentes, causando apertamento e dependendo do tamanho do sentimento de raiva ou insatisfação o problema pode ser mais grave ou mais brando em determinados períodos da vida, chegando até a desaparecer em momentos mais calmos.
Claro que a metafísica da saúde é um conhecimento renegado e ainda talvez demore alguns anos para ser aceita. De qualquer maneira, tenho conversado com meus pacientes e chego a conclusão de que existe sim fundamento para tudo o que venho estudando, principalmente relacionado a Medicina Egípcia e conhecimentos milenares, muito a frente do nosso tempo.
E isso não é só no caso do bruxismo ou apertamento. Todos os outros problemas bucais e de saúde geral, possuem interrelação com o subconsciente e, tanto sua causa, como sua CURA podem ser identificadas de maneira relativamente simples por um profissional capacitado.

Bem-vindos ao Futuro!

Dra. Liliane Lemes Batista
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Estar presente é o melhor presente

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Quem nunca viveu o dilema?
– Quero meu consultório lotado, em plena capacidade de funcionamento, porém sinto-me cansado e esgotado quando isso acontece.
Pois bem, há muitas questões envolvidas nesta situação porém hoje venho ressaltar a perda de energia que temos quando passamos o dia todo preocupados com algumas coisas e parece que no momento que colocamos a cabeça no travesseiro, na hora do nosso descanso, os pensamentos borbulham sem parar. Isso resulta em um escape energético intenso, faltando energia vital para executar tarefas simples do nosso dia a dia e consequentemente interferindo no nosso trabalho. Estar presente, ou seja, conseguir colocar potencial de ação no momento em que estamos vivendo é o caminho para evitar pensamentos desconexos, sobrando desta forma, energia suficiente para resolver nossas questões com assertividade, no momento que devemos resolver. Estar presente não é tão fácil assim. É uma prática diária, que necessita diligência, porém os resultados são gradativos e podem ser percebidos em questão de horas.
Estar presente é o melhor presente que podemos dar a nós mesmos.

Priscila Ferreira
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Como usar a decoração do consultório para o paciente conectar com você de imediato

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Para responder esta questão, vou deixar algumas perguntas para que você reflita um pouco:

1- Quem é seu paciente?

* O que ele gosta de ler

* Qual tipo de esporte pratica

* Ele tem algum hobbie

* Que tipo de lugares frequenta

* Que tipo de música ele ouve

* Prefere TV ou internet

2- Qual classe social você pretende atender?

3- Quantos atendimentos a clínica ou consultório faz em um dia?

4- Você e/ou os profissionais que trabalham contigo costumam atrasar?

5 – Qual faixa etária você costuma atender?

Aí você me responde com outra pergunta:

– Oi, como assim? Está louca?

Não, não estou! A pesquisa é a base de qualquer marketing eficiente.

Se você quiser agradar a todos, acabará não agradando ninguém. Isso é fato!
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Por outro lado, se o fizer apenas com seu gosto pessoal, vai acabar atraindo pessoas semelhantes a você e esse pode não ser o seu objetivo.

A primeira impressão realmente fica.

Vou citar um exemplo:

Vamos supor que seu consultório está localizado em um bairro cuja população tem uma renda média de 2 salários mínimos por mês e você monte um consultório com “carinha de chique” . Mesmo se o valor cobrado seja super acessível, que você trate todos com o maior carinho e amor, a chance de alguém entrar aleatoriamente, sem julgar antes pela aparência (de um possível valor que não cabe no seu bolso), é muito pequena. Ou seja, o trabalho de marketing e boca a boca, vai demorar um pouquinho mais para surtir efeito. O inverso também é verdadeiro.
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Dessa forma, como qualquer outra empresa que se estabelece faz, antes de decidir que tipo de decoração vai utilizar no consultório, precisa definir o SEU PÚBLICO, ou seja, o nicho com o qual pretende trabalhar.

Definido isto, independente de qual será o nicho, aposte nos detalhes e nas cores.

No meu caso, trabalho em Ilhabela. O rústico é muito bem vindo por aqui. Por isso, a delicadeza dos detalhes trazem a diferença. As imagens falam por si só. Amo o ambiente do onde trabalho, pois é ali que fico grande parte do meu dia.
Dica:
Um ambiente onde as energias fluem, é de extrema importância para manter a nossa saúde emocional e poder transmitir essa serenidade aos nossos pacientes e equipe. Portanto, livre-se de energia parada tipo: revistas velhas, materiais que não estão sendo utilizados e todo tipo de bagunça. Remova o velho, para que o novo de faça presente em sua vida.
Em todos os sentidos! Boa sorte para você.

Priscila Ferreira
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Benefícios do escaldapés

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Para nós dentistas, final de ano sempre vem acompanhado de um estresse a mais em nosso dia a dia.
A receitinha da vovó para nos ajudar a passar por essa fase é o escaldapés, que traz os seguintes benefícios:
* ajuda a aliviar a pressão dos pés;
* Descansa as pernas;
” Reduz calos;
* Alivia o estresse do cotidiano;
* Proporciona relaxamento;
” Ativa a circulação sanguínea;

De acordo com a acupuntura, nos nossos pés existem aproximadamente 70 mil terminações nervosas que estão associadas aos vários órgãos do corpo humano. Dessa forma, o aquecimento e a pressão desses pontos refletem imediatamente no equilíbrio energético do corpo inteiro.

Você só precisa de uma bacia, água bem morninha suficiente para cobrir os pés e duas colheres de sopa de sal. Se tiver bicarbonato pode colocar uma colher de sopa também.
O sal ajuda a drenar o excesso de líquidos e reduzir o inchaço, proporcionando, assim, uma sensação de leveza nos pés.

Outra maneira de fazer o escaldapés é com água morna e umas três gotinhas de óleo essencial de lavanda ou lemongrass. Esse preparo vai eliminar o cansaço e sensação de peso nos pés.

Se cuida e vamô que vamô!

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Um grande abraço e até a próxima

Priscila Ferreira
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Qual o seu limiar de felicidade?

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Hoje assistindo a um vídeo de um americano listando 8 motivos do porquê prefere morar no Brasil, parei para refletir um pouco sobre isso.
Ele listou coisas tão simples como: o atendente da “padoca” que o recebe como um amigo, a simpatia e simplicidade das mulheres brasileiras, a variedade das comidas que até o deixa em dúvida do que escolher, enfim, coisas tão triviais que por muitos brasileiros passam despercebidos e para ele, tão valorizados. Em contrapartida, vemos brasileiros que sentem-se realmente felizes ao ter a chance de poder fazer umas comprinhas em Miami.
E o que tem de certo ou errado nisso?
Nada.
Rotular nos deixa limitados. O motivo da minha reflexão foi a de que quanto maior nosso limiar de felicidade, mais difícil de alcançá-la. Lembrei de uma frase do filósofo Grego, Epicuro que diz: “Nada é bastante ao homem para quem tudo é demasiado pouco.”
Há quem fique feliz ao ver uma árvore cheia de flores, porém para outro talvez a árvore seja apenas um acessório de contemplação. Feliz mesmo só ficaria se tivesse dentro do carro de seus sonhos passando em frente da mesma árvore. Questão de percepção. Trazendo para nossa profissão, a melhor forma de nos transformarmos em profissionais humanizados é olhando para dentro de nós mesmos, sem nos importarmos com os parâmetros impostos pelo coletivo, mas sim valorizando cada momento da nossa jornada até aqui, sendo grato por cada passo rumo a nossa evolução, buscando trabalhar do jeito e com aquilo que realmente nos faz feliz!
Um grande abraço e até a próxima
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Priscila Ferreira
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Como o uso dos óleos essenciais podem auxiliar na Odontologia Humanizada

Óleo essencial Melaleuca

Óleo essencial Melaleuca

Tenho usado os óleos essenciais de diversas formas em meus pacientes, mas hoje tive a inspiração de escrever este post, devido a um caso que atendi no consultório agora há pouco. A paciente grávida, com muita tosse e dificuldade para respirar. Já havia desmarcado a consulta da semana passada devido às suas condições de saúde. Mas hoje, preocupada com um dente que já havia começado a dar sinais de que a dor viria a qualquer momento, resolveu arriscar. Quando a vi, longo pensei que realizar todo procedimento com ela tossindo sem parar, ficaria difícil. Mas resolvi fazer uma tentativa com o óleo de melaleuca. Conversei antes com a paciente, expliquei minhas limitações, apesar de entender a necessidade dela. Diluí 3 gotas de óleo essencial de melaleuca em um copinho com água e pedi para que a paciente fizesse gargarejos com a mistura. O resultado foi super positivo. Este óleo é antibactericida, antifúngico e antivorótico, e por ser volátil, penetra rapidamente nas vias aéreas e o efeito é bem rápido. A paciente sentiu um grande alívio, a tosse amenizou, a respiração melhorou e consegui realizar o procedimento com tranquilidade.
Vale salientar que o uso do óleo não substitui o tratamento com o médico. A sua utilização, neste caso, foi para facilitar a realização do procedimento odontológico naquele momento. Entender a necessidade do paciente, sentir empatia e tentar ajudar da melhor forma, faz parte de um atendimento Humanizado.
Um abraço e até a próxima
Priscila Ferreira
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Empoderamento da classe Odontológica, urgente!

Sustentabilidade em Odontologia

Sustentabilidade em Odontologia

Uma das premissas mais importantes da Odontologia Humanizada é a sustentabilidade e por definição, sustentabilidade é um termo usado para definir ações e atividades humanas que visam suprir as necessidades atuais dos seres humanos, sem comprometer o futuro das próximas gerações.
Ligamos muito a sustentabilidade à preservação dos recursos naturais, o que é louvável. Na nossa clínica, por exemplo, usamos materiais de papelaria recicláveis e substituímos os copos plásticos por copos de vidro, para servir água aos pacientes, porém a faceta da sustentabilidade, pouco falada, é o respeito e valorização do ser humano e seu trabalho. Empresas, hospitais, clínicas e consultórios, que dizem trabalhar com Humanização e não tratam seus funcionários com dignidade com uma remuneração justa, condições de trabalho saudáveis, respeitando os horários, simplesmente não trabalham de fato com Humanização. Pior ainda é, quando o próprio profissional não se respeita. Se sujeita a trabalhar por R$20,00 a hora, ainda agradecendo pois ” existe coisa pior por aí” , dizem….
O dia que parei para pensar que tem dentista que está ganhando tão pouco, mas tão pouco, que não conseguiria nem pagar um tratamento dentário decente, esmoreci.
Veja que paradoxo absurdo. Às vezes nos compadecemos de pacientes que possuem renda de um ou dois salários mínimos, que pagam seus tratamentos odontológicos com muita dificuldade, e tem dentista ganhando o mesmo.
Ahhh a crise!! Sei…..
Mude seu mundo, mudando seu olhar.
Isso é Mindset.
Tem gente ganhando dinheiro com Odontologia, bastante dinheiro por acaso.
Seja sustentável começando por você, estendendo à sua equipe, aos pacientes e colaboradores.
Faça sua parte, deixe uma Odontologia melhor para o futuro. Não deixe seus valores e necessidades de lado por dinheiro, jamais!

“Você costura relações de confiança toda vez que você você for fiel a valores que você afirma respeitar.” Clóvis de Barros Filho

Só uma reflexão…..

Um abraço e até a próxima
Priscila Ferreira
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Odontologia Humanizada

Odontologia Humanizada

HUMANIZE seu consultório

Humanize seu consultório

Muitos têm a sensação de que trabalhar com Odontologia Humanizada é apenas acrescentar terapias alternativas e complementares ao tratamento convencional e olhar o paciente com acolhimento. Ou ainda, de forma mais errônea, pensar que é quando o dentista troca a alopatia por produtos naturais.
Através deste post venho esclarecer quais os pilares que sustentam a Humanização em Odontologia.
Trabalhar com o que realmente ama
Trabalhar com excelência
Trabalhar com amor, como se estivesse fazendo para você mesmo
São 3 pilares baseados no autoconhecimento do profissional.
Venho ressaltar que existe uma diferença muito grande entre autoajuda e autoconhecimento. A autoajuda é quando seguimos conselhos, técnicas, ferramentas elaboradas por pessoas que passaram por problemas semelhantes aos nossos ou por profissionais e que nos levam a um aprimoramento pessoal, uma força para prosseguir a um novo patamar.
Portanto a autoajuda vem através de conhecimentos adquiridos de fora para dentro, produzindo efeitos benéficos no indivíduo, mas por vezes com resultado temporário, paleativo.
Já o autoconhecimento é quando olhamos para dentro, nos observamos com sinceridade. É quando paramos de buscar as respostas fora e através da aceitação começamos a nos enxergar sem parâmetros externos como cultura, sociedade, família. É quando aprendemos SER antes de TER. É sair do campo da ilusão e entrar com os pés no chão na realidade. Um profissional que trabalha livre de temores, de falsas expectativas, que trabalha com amor porque se amou primeiro, aceitando-se como é, consegue aproveitar de forma muito mais assertiva, suas habilidades naturais, despertar outras que estão cobertas por crenças e temores. Consegue ter lucidez para enfrentar o que vier pela frente, tanto de bom, quanto de ruim e portanto e inevitavelmente oferecerá um excelente tratamento ao seu paciente, tanto a nível técnico quanto a nível de atendimento (pesquisem sobre método Disney) e consequentemente a diferenciação como profissional.
Mas para chegarmos neste equilíbrio, há um certo caminho a percorrer.
Humanização só pode ocorrer de forma personalizada, não robotizada, e para isso o profissional que oferece esse tipo de atendimento deve, antes de qualquer coisa, ser humano consigo mesmo. Se fortalecer para que possa ser realmente útil na vida de alguém, com um propósito maior de não apenas reconstruir sorrisos, mas também levar pessoas a ter motivos para sorrir.
Isso muda tudo….
Um grande abraço e até a próxima

Você sabe o que é Branding?

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Olá colegas dentistas, hoje venho trazer um conceito que cada vez mais vamos ouvir por aí. É o BRANDING!
E que raios é isso?
É um conjunto de estratégias utilizadas para que um negócio, e nosso caso, o consultório ou clínica, crie uma identidade, que precisa ser única em todos os pontos de contato, e ter ligação com os interesses e necessidades dos pacientes que se pretende atrair.
Qual a diferença entre o cafézinho do bar da esquina com o cafézinho da rede Starbucks?
Tecnicamente os dois podem ser muito bons, mas o valor percebido na segunda opção, faz a rede vender cafés com um preço muito maior e detalhe: VENDEM MUITO.
Não estou querendo com este post comparar uma profissão que lida com a saúde das pessoas, com um simples café, mas sim mostrar que nos dias de hoje é necessária essa diferenciação, claro, pautada na ética e na honestidade, mas se tornou necessária por uma simples razão.
A quantidade de dentistas que se formam todos os anos é imensa e cada dia aumenta mais.
Fora isso, a “concorrência” com outros nichos de mercado que temos que enfrentar, não é pouca. Ex: Quantos deixam o tratamento dentário para depois da compra de um celular novo, da troca do sofá da casa, da progressiva nos cabelos e por aí vai.
Reclamar, chorar, criticar não vai mudar a situação. Mas quebrar paradigmas, abrir a mente e colocar a criatividade em ação, isso com certeza fará toda a diferença.

Um grande abraço e até a próxima dica.

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Priscila Ferreira, dentista e criadora do treinamento de Odontologia Humanizada

Como lidar com as frustrações

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Essa garota aí da foto, com jeitão desolado sou eu em um jogo de Vôlei pela Unesp-Araçatuba.
Quem tirou essa foto captou bem esse momento tão fatídico para mim e já explico o por quê.
E olha que fotografia no inicio da década de 90 era uma coisa muito, mais muito séria.
Muitos hoje nem imaginam o trabalhão que era. Tinha que fazer a pose bem direitinho, pois com certeza não tinha volta, como acontece hoje em dia. O filme era caro e a revelação mais ainda, então, cada momento a ser fotografado era muito precioso.
Mas voltemos à situação da foto e ao tema desse post.
Eu amava jogar Vôlei. Na verdade meu sonho era ser uma jogadora profissional e me dedicava muito aos treinos. Na verdade treinava o dia inteiro, até na mente, até sem bola, até de madrugada (sem exageros na minha narrativa) era o que eu amava fazer.
Porém, eu tinha um grande problema. Não sabia lidar com a frustração decorrente dos meus erros. Hoje entendo o quanto isso me prejudicou para que realmente tivesse me tornado uma jogadora profissional e realizado o meu sonho.
Simplesmente eu não me permitia errar e quando, é claro, eu errava, um misto de raiva, vergonha, impotência, cobrança e tantas outras emoções nocivas me invadiam e eu já nem sabia o que estava mais fazendo ali.
Perdia o rumo e já não conseguia mais contribuir com a equipe.

O meu treinador nessa época, foi quem tirou essa foto, e ele, apesar de exigente, não tinha a menor participação nesse “show de horror” que se desencadeava dentro de mim.
Na vida, se quisermos realmente realizar nossos sonhos, temos que aprender a lidar com esses pequenos fracassos, senão, assim como no meu caso e o Jogo de Vôlei, o que poderia ter sido apenas um ponto perdido, tornou-se Game Over para mim.
Se estamos indo para uma festa, onde queremos muito estar e se erramos o caminho, não é por causa disso que vamos abortar a ideia de ir até lá.
Ao contrário, ligamos o GPS, perguntamos para alguém na rua, mas a vontade de ir é tanta que acabamos chegando de qualquer jeito.
Só desistimos em duas situações: Se a vontade não for tanta assim, ou se o orgulho, ou a vergonha de perguntar para alguém for mais forte do que nós mesmos.
Resumindo tudo isso, quem deseja realizar algo na vida tem que, em primeiro lugar, aprender a lidar com os próprios erros e frustrações, diminuir o barulho interno da mente, a auto cobrança de perfeição do inerrante, infalível Ser que existe dentro cada um nós, também chamado de Ego. Em segundo, ter humildade e uma boa dose de ousadia para ouvir informações de pessoas que sabem o caminho ou pelo menos parte dele, para que consiga chegar até lá. E em terceiro e não menos importante, ter Vontade, saber onde quer chegar e tudo que vai encontrar ao chegar lá. Analisar os prós e os contras, colocar na balança, para ver se vale a pena gastar sua energia e seu tempo com esse sonho.
E mesmo se assim, o erro foi feio, o tombo foi grande, não esquenta não. Lembre-se daquela música famosa do Paulo Vanzolini ” Levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima”